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Experiência uruguaia centenária na pecuária gaúcha

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Desde 1911 no Brasil, a família Rocha mantém a tradição mais que centenária na criação do gado de corte. O inspetor técnico da Associação Brasileira de Angus, Dimas Corrêa Rocha, 38 anos, faz parte desta história que começou no Uruguai com seu tataravô Dimas Rocha e se perpetuou na Fazenda São João, no distrito de Capané, em Cachoeira do Sul (RS).

Integrante da 4º geração da família no país, o inspetor cresceu em meio à criação de animais da raça Angus. Ele e suas três irmãs foram criados pelos pais, João Marcos Felix Rocha e Rosângela Corrêa Rocha, na propriedade da família, onde trabalha até hoje. Rocha chegou a aprender sobre o campo com o avô paterno, já falecido. Segundo o técnico, a principal lição deixada pelo avô, também Dimas Rocha, foi a “profissão de ser campeiro”.

Para ampliar o conhecimento prático adquirido desde a infância no dia a dia do trabalho no campo, cursou Medicina Veterinária na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) em 2004. Mesmo que já conhecesse a raça Angus desde que “se conhece por gente”, foi na época da faculdade que se aperfeiçoou e descobriu mais sobre a genética.

Sabendo que o mercado sinalizava para a importância da raça, em 2000, Rocha começou a trabalhar com transferência de embriões Angus. Cinco anos depois, em 2005, o menino que ajudava o pai no campo criou seu primeiro laço com a Associação Brasileira de Angus, ao se tornar assistente técnico.

Em 2007, cursando mestrado em Reprodução de Bovinos, na Ufrgs, Rocha conheceu Bianca Petruci Rocha, 38 anos. Naquela época, ele mal sabia que com a colega e também médica veterinária iria construir uma família. Hoje, o casal têm três filhas: Martina Petruci Rocha, oito anos, Anita Petruci Rocha, dois anos, e a pequena Caetana Petruci Rocha, de um ano. Segundo ele, as meninas tem apreço pelo campo. A expectativa do pai é que elas deem continuidade à tradição da família.

Depois de trabalhar três anos como assistente técnico da Angus, Dimas trocou a rotina do escritório pelos campos. Em 2008, se tornou inspetor técnico da Associação. Desde então, atua visitando propriedades no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Também trabalha na CRIO Central Genética Bovina e na Assessoria Agropecuária FFVelloso & Dimas Rocha.

A história que começou há 19 anos no Brasil agora retorna à sua origem. Atualmente, o tataraneto do criador que veio do Uruguai, retorna ao país esporadicamente para fazer visitas a planteis de Angus. É a tradição passando de geração em geração na família Rocha.

Formação: Graduação em Medicina Veterinária na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) / Mestrado em Reprodução de Bovinos – Inseminação Artificial por Tempo Fixo na Ufrgs / Doutorado em Indução da Ciclicidade da vaca de corte no pós-parto na Ufrgs
Natural de: Cachoeira do Sul (RS)
Região de atuação: Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul
Qual foi a primeira vez que ouviu falar na raça Angus: ainda na infância, desde que “se conhece por gente”
Há quanto tempo atua junto à Associação Brasileira de Angus: há treze anos – desde 2005 como assistente técnico e 2008 como inspetor técnico
Uma receita infalível com carne Angus: assado de tira
Um rebanho inesquecível: Angus SAV nos Estados Unidos da América

Texto: Leticia Szczesny

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